Faz escuro a tarde Chove Nuvens negras no céu me lembram o quanto estou triste
Deve ser o fim Ou o começo talvez De uma frente de um amor indissoluto
Singular é pouco para quem tem multiplicidade. Ímpar é pouco para quem vive em pares. Olho no espelho e ando pra trás: idade diminuta, olhos mais brilhantes, sonhos mais perversos. Não dá para ter tudo, então me resguardo na palavra. Quase igual aos outros. Quase.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
terça-feira, 19 de agosto de 2008
DANOS
O que me inspira poesia
É a paixão do corpo
A intimidade da alma
Seu corpo nu
Inspiro desejo a cada palavra que passa
Respiro você.
A razão diz que não
Mas meu impulso imediato é dizer
Sim, sim, sim..
Te quero.
Sorrindo, despojada, mas te quero.
O meu corpo arde da gargalhada natural
E o olhar que foge é o olhar que atinge
o dorso dessa paixão.
Ingrata paixão
Injusta sedução
Incrédula razão.
Não há santo que impeça
Nem reza que cesse
Ou mesmo situação.
Vislumbre do fato
Uma mulher, sagaz mulher
Que menina venho a te olhar com um desejo
Que te inibe...
E o homem que se faz presente
É menino ingênuo e temeroso
Do fogo que pode provocar danos
Ou renovação.
Expiro, inspiro, respiro
Tesão
O que me inspira poesia
É a paixão do corpo
A intimidade da alma
Seu corpo nu
Inspiro desejo a cada palavra que passa
Respiro você.
A razão diz que não
Mas meu impulso imediato é dizer
Sim, sim, sim..
Te quero.
Sorrindo, despojada, mas te quero.
O meu corpo arde da gargalhada natural
E o olhar que foge é o olhar que atinge
o dorso dessa paixão.
Ingrata paixão
Injusta sedução
Incrédula razão.
Não há santo que impeça
Nem reza que cesse
Ou mesmo situação.
Vislumbre do fato
Uma mulher, sagaz mulher
Que menina venho a te olhar com um desejo
Que te inibe...
E o homem que se faz presente
É menino ingênuo e temeroso
Do fogo que pode provocar danos
Ou renovação.
Expiro, inspiro, respiro
Tesão
Clarissimo - Alessandra Pereira
O que te digo vem sem ruido
muitas vezes o som é uma quimera
ou silêncio, sagrado ou lampeiro,
pulsar do meu coração.
Te falo de amor sem precisão
e te assusto.
Faço ressucitar tua alma âmbar.
SOmos presos, livres, perdidos e encontrados.
Mistura insípida da vida
corrida e fulgaz.
Tu és visão corpórea do fogo, da água,
de mim.
De que são feita as criaturas raras?
te daria as estrelas para que se lembre
do brilho dos meus olhos quando te vêem.
O que te digo vem sem ruido
muitas vezes o som é uma quimera
ou silêncio, sagrado ou lampeiro,
pulsar do meu coração.
Te falo de amor sem precisão
e te assusto.
Faço ressucitar tua alma âmbar.
SOmos presos, livres, perdidos e encontrados.
Mistura insípida da vida
corrida e fulgaz.
Tu és visão corpórea do fogo, da água,
de mim.
De que são feita as criaturas raras?
te daria as estrelas para que se lembre
do brilho dos meus olhos quando te vêem.
Plasma - Alessandra Pereira
Às vezes me calo sem intenção.
Suspiro.
Um vento atrapalha meus cabelos
levanta meu vestido...
É o vento do teu cheiro...
(Que cheiro é esse que me destoa deste mundo,
que me leva além das fronteiras do possível
e me faz sentir que sou capaz de voar?)
É o cheiro da paixão.
O cheiro que emana dos corações apaixonados.
Que não há quimica que desmenbre, nem razão que explique.
Nem poesias, nem rimas, nem palavras...
Esse vento que me traz você, onde eu estiver... estaremos no vento...
Às vezes me calo sem intenção.
Suspiro.
Um vento atrapalha meus cabelos
levanta meu vestido...
É o vento do teu cheiro...
(Que cheiro é esse que me destoa deste mundo,
que me leva além das fronteiras do possível
e me faz sentir que sou capaz de voar?)
É o cheiro da paixão.
O cheiro que emana dos corações apaixonados.
Que não há quimica que desmenbre, nem razão que explique.
Nem poesias, nem rimas, nem palavras...
Esse vento que me traz você, onde eu estiver... estaremos no vento...
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Resposta para um amor
Você pede paz e exige tanto
diz que é daninha a forma com que te amo
você se julga um trofeu de um jogo
e esquece que nunca quis entrar nesse fogo
Nada posso perder se não te tive
e nada erro pois de saudades se vive
um amor que te dedico e me espanto
quanto tua sentença é meu pranto
Esse homem cansado de pedir paz
esquece soberbo de tudo o que faz
e de pobre tem a alma ausente
da mulher, do amor que se ressente.
Você pede paz e exige tanto
diz que é daninha a forma com que te amo
você se julga um trofeu de um jogo
e esquece que nunca quis entrar nesse fogo
Nada posso perder se não te tive
e nada erro pois de saudades se vive
um amor que te dedico e me espanto
quanto tua sentença é meu pranto
Esse homem cansado de pedir paz
esquece soberbo de tudo o que faz
e de pobre tem a alma ausente
da mulher, do amor que se ressente.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Você veio porque tinha que vir porque tinha que ser porque era pra mim porque era pra acontecer.
Você veio e foi como brisa do mar, como forma de força, como dor e almejo.
Você veio pra mim e me trouxe tanta coisa que perdi os papeis manuscritos.
Perdi o eixo, o centro, a forma, o nome e a causa.
Mas achei a mim mesma, achei você por baixo da bagunça da desordem, achei nós dois em voga.
Encontrei você, dentro de mim, sem nunca ter saido um dia sequer, sem nunca ter deixado de ser, sem saber o que é.
Palavras se vão, o tempo nos traz tudo. O amor me trouxe você.
Vá e não se demora.
Ou demora, ou não volta, faça o que for melhor para você.
Um dia você saberá, o que de mim se revigora, tua grandeza, tua felicidade, tua alma.
Você veio e foi como brisa do mar, como forma de força, como dor e almejo.
Você veio pra mim e me trouxe tanta coisa que perdi os papeis manuscritos.
Perdi o eixo, o centro, a forma, o nome e a causa.
Mas achei a mim mesma, achei você por baixo da bagunça da desordem, achei nós dois em voga.
Encontrei você, dentro de mim, sem nunca ter saido um dia sequer, sem nunca ter deixado de ser, sem saber o que é.
Palavras se vão, o tempo nos traz tudo. O amor me trouxe você.
Vá e não se demora.
Ou demora, ou não volta, faça o que for melhor para você.
Um dia você saberá, o que de mim se revigora, tua grandeza, tua felicidade, tua alma.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
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