Você veio porque tinha que vir porque tinha que ser porque era pra mim porque era pra acontecer.
Você veio e foi como brisa do mar, como forma de força, como dor e almejo.
Você veio pra mim e me trouxe tanta coisa que perdi os papeis manuscritos.
Perdi o eixo, o centro, a forma, o nome e a causa.
Mas achei a mim mesma, achei você por baixo da bagunça da desordem, achei nós dois em voga.
Encontrei você, dentro de mim, sem nunca ter saido um dia sequer, sem nunca ter deixado de ser, sem saber o que é.
Palavras se vão, o tempo nos traz tudo. O amor me trouxe você.
Vá e não se demora.
Ou demora, ou não volta, faça o que for melhor para você.
Um dia você saberá, o que de mim se revigora, tua grandeza, tua felicidade, tua alma.
Singular é pouco para quem tem multiplicidade. Ímpar é pouco para quem vive em pares. Olho no espelho e ando pra trás: idade diminuta, olhos mais brilhantes, sonhos mais perversos. Não dá para ter tudo, então me resguardo na palavra. Quase igual aos outros. Quase.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
sábado, 23 de fevereiro de 2008
sábado, 19 de janeiro de 2008
Nunca conheci quem nunca tivesse levado porrada
a vida é cruel com quem opta em vive-la.
Tenho varias fases mas defendo meu ponto de vista centrado.
Sou seco, frentista, direito e reto.
Ando ereto, mesmo nas entrelinhas.
Não vejo sentido em piscar os olhos
nem em fingir ser alguem que não sou.
Não vejo muito sentido em explicar nada
Sou um risco, feito em carvão.
Perfeito, preto, grosso, frio.
a vida é cruel com quem opta em vive-la.
Tenho varias fases mas defendo meu ponto de vista centrado.
Sou seco, frentista, direito e reto.
Ando ereto, mesmo nas entrelinhas.
Não vejo sentido em piscar os olhos
nem em fingir ser alguem que não sou.
Não vejo muito sentido em explicar nada
Sou um risco, feito em carvão.
Perfeito, preto, grosso, frio.
Eu tenho um amor.
É verdade, dizem que ele é ilusão
mas não é.
Faz declarações intermináveis a menina
que ama
e eu fico besta diante de tanta pureza.
É verdade, dizem que é loucura
mas talvez seja.
Meu desvario beira o ridiculo
e tola, nem sinto o quanto.
Dizem que amar é ridiculo
amar demais é o desvario supremo
de uma alma insana.
Amar sem reciprocidade é a burrice longilinea
e falastrona.
Eu tenho um amor.
Reconheço ele em todos os meus movimentos,
initerruptos movimentos.
Ele é meu desde o dia que nasci,
ou até antes.
Ou depois de amanha e ontem.
Não o quero:
eu o tenho.
Dentro de mim, ilusão, ficção e intensidade
use as palavras que quiser, eu o tenho.
Eu sei o que é
mas não sei para onde vou.
Eu tenho um amor.
Olho nos seus olhos
ele está dentro de mim
e estou dentro dele
inconforme, viril, louca
apaixonada, para sempre riscado para dentro e fora de mim.
É verdade, dizem que ele é ilusão
mas não é.
Faz declarações intermináveis a menina
que ama
e eu fico besta diante de tanta pureza.
É verdade, dizem que é loucura
mas talvez seja.
Meu desvario beira o ridiculo
e tola, nem sinto o quanto.
Dizem que amar é ridiculo
amar demais é o desvario supremo
de uma alma insana.
Amar sem reciprocidade é a burrice longilinea
e falastrona.
Eu tenho um amor.
Reconheço ele em todos os meus movimentos,
initerruptos movimentos.
Ele é meu desde o dia que nasci,
ou até antes.
Ou depois de amanha e ontem.
Não o quero:
eu o tenho.
Dentro de mim, ilusão, ficção e intensidade
use as palavras que quiser, eu o tenho.
Eu sei o que é
mas não sei para onde vou.
Eu tenho um amor.
Olho nos seus olhos
ele está dentro de mim
e estou dentro dele
inconforme, viril, louca
apaixonada, para sempre riscado para dentro e fora de mim.
Eu tenho um amor.
É verdade, dizem que ele é ilusão
mas não é.
Faz declarações intermináveis a menina
que ama
e eu fico besta diante de tanta pureza.
É verdade, dizem que é loucura
mas talvez seja.
Meu desvario beira o ridiculo
e tola, nem sinto o quanto.
Eu tenho um amor.
Reconheço ele em todos os meus movimentos,
initerruptos movimentos.
Ele é meu desde o dia que nasci,
ou até antes.
Ou depois de amanha e ontem.
Não o quero
eu o tenho.
Dentro de mim, ilusão, ficção e intensidade.
Eu tenho um amor.
Firme, olho nos seus olhos e sinto o quanto ele está dentro de mim
mas estou dentro dele
inconforme, viril, louca
apaixonada, para sempre riscado dentro e fora de mim.
É verdade, dizem que ele é ilusão
mas não é.
Faz declarações intermináveis a menina
que ama
e eu fico besta diante de tanta pureza.
É verdade, dizem que é loucura
mas talvez seja.
Meu desvario beira o ridiculo
e tola, nem sinto o quanto.
Eu tenho um amor.
Reconheço ele em todos os meus movimentos,
initerruptos movimentos.
Ele é meu desde o dia que nasci,
ou até antes.
Ou depois de amanha e ontem.
Não o quero
eu o tenho.
Dentro de mim, ilusão, ficção e intensidade.
Eu tenho um amor.
Firme, olho nos seus olhos e sinto o quanto ele está dentro de mim
mas estou dentro dele
inconforme, viril, louca
apaixonada, para sempre riscado dentro e fora de mim.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Estórias
Ela voltou por amor
e soube perdoa-lo na hora certa
Não há juizes para a pena do amor
nem prisão para o erro de amar demais
O sangue escorreu mas ela limpou
e tudo ficou bem para os dois
O perdão vigorou da mágoa
e as duras palavras não existem mais.
Fábula de amor perfeito
Rabiscado em papel de pãodesse formato, parece ser sido em vão.
Ela voltou por amor
e soube perdoa-lo na hora certa
Não há juizes para a pena do amor
nem prisão para o erro de amar demais
O sangue escorreu mas ela limpou
e tudo ficou bem para os dois
O perdão vigorou da mágoa
e as duras palavras não existem mais.
Fábula de amor perfeito
Rabiscado em papel de pãodesse formato, parece ser sido em vão.
ESCORRO
Se chover demais alaga a rua
Se chover de menos, respinga o cabelo
Se não chover, seca
Se seca, racha o chão
E o dia insiste em nascer
E o sol insiste em aparecer
Que tempo é esse que dissolve as lembranças?
Que suspiro é esse no meio do concreto?
De pés no chão se crê no hoje
E as nuvens não amargam tanto
Minha garganta arranha quando eu canto.
Que mistério é esse que vem me libertar
Da rotina do vento que entorta a flor?
Ando cheia de manias
E essa mania de forjar os sonhos
Ando cheia de idéias
E essa idéia de camuflar o tempo
Se chover demais alaga a rua
Se chover de menos, respinga o cabelo
Se não chover, seca
Se seca, racha o chão
E o dia insiste em nascer
E o sol insiste em aparecer
Que tempo é esse que dissolve as lembranças?
Que suspiro é esse no meio do concreto?
De pés no chão se crê no hoje
E as nuvens não amargam tanto
Minha garganta arranha quando eu canto.
Que mistério é esse que vem me libertar
Da rotina do vento que entorta a flor?
Ando cheia de manias
E essa mania de forjar os sonhos
Ando cheia de idéias
E essa idéia de camuflar o tempo
Monologo
Pecado foi quando te conheci
E não aceitei nossas enormes diferenças
Omiti de mim mesma
Que a razão faz parte do amor.
Enquanto você enaltece
A menina da porta
Eu esquartejo seu intimo.
As linhas de teu destino estão escritas na palma de minha mão
E tua cerca de vidro
É frágil demais para impedir.
Conheço tua alma
Que adere a minha
Teu suor mata minha sede
E te falo tantas palavras fortes
Que pareço sem foco.
Esbravejo fácil com tua imaturidade
E perco o ritmo do correto,Entregue ao seu poder.
Pecado foi quando te conheci
E não aceitei nossas enormes diferenças
Omiti de mim mesma
Que a razão faz parte do amor.
Enquanto você enaltece
A menina da porta
Eu esquartejo seu intimo.
As linhas de teu destino estão escritas na palma de minha mão
E tua cerca de vidro
É frágil demais para impedir.
Conheço tua alma
Que adere a minha
Teu suor mata minha sede
E te falo tantas palavras fortes
Que pareço sem foco.
Esbravejo fácil com tua imaturidade
E perco o ritmo do correto,Entregue ao seu poder.
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